ISÍS

  Nenhuma personalidade do panteão egípcio pode rivalizar com a deusa Ísis, sublime essência da alma de uma das mais excelsas e proeminentes civilizações da antiguidade e maga detentora do esplendor ofuscante que a conduziu até ao auge da popularidade. Surgindo na teologia heliopolitana como fruto dos amores entre o …

OSÍRIS

Osíris é, indubitavelmente a mais célebre deidade do panteão egípcio e igualmente uma das mais complexas, pelo que não é, pois, de estranhar que os teólogos tenham procurado sintetizar os díspares aspectos desta personagem, através da criação de uma lenda. Para infortúnio de todos os amantes da mitologia egípcia a …

HÓRUS

Hórus, mítico soberano do Egipto, desdobra as suas divinas asas de falcão sob a cabeça dos faraós, não somente meros protegidos, mas, na realidade, a própria incarnação do deus do céu. Pois não era ele o deus protector da monarquia faraónica, do Egipto unido sob um só faraó, regente do …

HÁTHOR

Amor… Rutilante véu de estrelas que veste de luz o corpo de pérolas negras da noite da humanidade… Rosa de fogo, orvalhada por uma poesia em chamas, despontando nos jardins do horizonte, para almas vagantes inebriar com o perfume de um imortal Sol de felicidade… Cálice de sonhos e feitiços …

ANÚBIS

Qual estrela reinventado a imanência da sua luz no cosmos da imortalidade, onde a mítica constelação da vida se traduzia e renovava num fulgor eterno, Anúbis (Anupu em egípcio) iluminava a noite do panteão egípcio enquanto pilar que sustinha o templo de um mito intemporal que prometia às almas a …

MAET

Verdade… Etérea harpista de Sol que ritualiza em seu mavioso tocar o florir do dia numa Primavera de Luz, mera melodia de manhãs intemporais, cuja harmonia divina recria a ordem universal, inebria a humanidade com a sabedoria ancestral, semeia no jardim do mundo a rosa da justiça e coroa a …

ÁTON

Saciados os céus no faustoso festival de luz que exaltava o excelso palácio do dia, o Sol abdica do seu eterno trono de turquesas e, velando a sua mística silhueta d’ ouro com as exóticas sedas do poente, estira-se languidamente no lendário tálamo do horizonte, preludiando a noite que já …

ÁMON

Entre os cerúleos pilares de lápis- lazuli do enleante templo dos céus, o Sol, sedutor feiticeiro do Infinito, transfigurava, através da mística alquimia da luz, a noite da inexistência, perpétuo algoz da alma humana, no resplandecente dia da vida eterna. E seus lábios luzentes, pétalas de luz da fragrante rosa …

NÉFTIS

Qual peregrino de luz, o magnificente Sol da alma humana vagueia, cativo de um rumo fadado pela harmonia cósmica, pela excelsa abóbada celeste da vida, até alcançar, no apogeu da teosofia de seu esplendor, o etéreo santuário da paz eterna, edificado pela imortalidade do espírito sobre as nuvens elísias da …

TOT

Excelso lótus de névoas diamantinas, irresistivelmente perfumado pelo mais místico delirar da poesia, que um ósculo da Via Láctea, lascivamente eivado de feitiçaria pagã, semeara nos lábios constelados do Infinito, a Lua saciava a sede de Tot com o orvalho de magia cósmica que as pétalas de seu corpo astral …