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O CORRETO “ACENDIMENTO” DAS VELAS EM NOSSOS MÍSTICOS TRABALHOS

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Queridos Fratres, o presente traçado tem como finalidade a difusão de Luz e consequente entendimento ritualístico sobre nossos antigos trabalhos, alicerçado única e exclusivamente nas antigas tradições Herméticas, que é essencialmente oral.

É importante resaltar que a Societas Rosicruciana é uma das poucas Ordens alicerçada no Poder da Sabedoria. A Maçonaria por sua vez é um expoente representante do Pilar do Poder, a Igreja Católica Apostólica Romana, representante do Pilar do Saber.

Retornando ao tema do presente traçado, devemos sempre observar sobre a importância dos quatro elementos em nossos trabalhos, para consequente compreensão do Éter. Isto posto, a vela deve ter a sua chama “alimentada” através de outra vela, que necessariamente deve ter sido “acessa” através de um fósforo, que representa o elemento terra, ou seja, a mãe da nossa matéria, para onde iremos retornar. “E o pó volte a terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.” Observo que quando do acendimento, o Frater deverá usar necessariamente a sua mão esquerda, jamais a sua mão ativa.

A vela usada como “acendedor” representa a doação de um frater mais experiente, que leva e reparte à sua Luz a outro frater.

Quando a vela se consome, dentre inúmeras possibilidades de representações temos; a representação da ampulheta e do Pelicano, que doa a sua Luz enquanto se consome.

A vela ao final dos trabalhos deve ter a sua chama extinta através do uso do abafador, que retira o ar que a alimenta. É a representação do último suspiro do Espírito.

Quando a vela é soprada, há a representação da quebra do juramento prestado, ou a própria interrupção do Ciclo Kármico. Só deve ser soprada quando o Ritual determinar.

Após a breve exposição, peço respeitosamente aos queridos Fratres, jamais utilizem isqueiros ou qualquer outro similar profano em nossos místicos trabalhos.

 

Frater - Comp. Paulo Santos – Zelator
Supremo Conselho de MRA do Brasil 56 – Os Verdadeiros Amigos, Collegium Arcanum Arcanorum, N° 1 - São Paulo (Subordinado à Societas Rosicruciana in Civitatibus Foederatis e primaz no Brasil.)