NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE V: OS NÚMEROS SÓLIDOS

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE V OS NÚMEROS SÓLIDOS Continuando com o processo enunciado no capítulo anterior, os pitagóricos descobriram os números sólidos. Os mais simples e, ao mesmo tempo, os mais importantes são os números piramidais, assim chamados por causa da forma: uma pirâmide com base triangular, quadrada, pentagonal, …

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE IV: OS NÚMEROS POLIGONAIS

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE IV OS NÚMEROS POLIGONAIS Os pitagóricos, colocando pontos em correspondência dos vértices de polígonos regulares, não descobriram apenas os números triangulares pois, existindo polígonos virtualmente com um número ilimitado de lados, existem também infinitos números poligonais (quadrados, pentagonais, hexagonais, octogonais, etc.). Todavia apenas os triangulares …

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE III: A ESTRELA FLAMEJANTE

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE III A ESTRELA FLAMEJANTE A divisão de uma circunferência em 2, 3, 4, 6 ou 8 partes iguais e o problema da inscrição nela de polígonos regulares de 3, 4, 6 ou 8 lados não apresentava dificuldades para os matemáticos da Grécia antiga. Mais difícil …

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE II: OS NÚMEROS SINTÉTICOS

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE II OS NÚMEROS SINTÉTICOS A Maçonaria, com sua iniciação cerimonial, pode ser considerada uma corporação especializada na arquitetura sagrada onde elementos pitagóricos estão intimamente ligados ao simbolismo típico do trabalho maçônico: esquadro, compasso, perpendicular, etc. Consequentemente, a compreensão dos números sagrados à Maçonaria se torna …

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE I: TETRAKTYS PITAGÓRICA E DELTA MAÇÔNICO

NÚMEROS E ESOTERISMO – PARTE I TETRAKTYS PITAGÓRICA E DELTA MAÇÔNICO Tanto os antigos rituais como as mais antigas constituições maçônicas afirmam conjuntamente que a Maçonaria tem como finalidade o aperfeiçoamento do homem. Também os antigos Mistérios Clássicos tinham o mesmo objetivo e conferiam a “teletè”, ou seja, a perfeição …

TRÍPLICE ARGAMASSA

“[…]. Conceda-nos o auxílio de Tuas Luzes e dirige os nossos trabalhos a perfeição. Concede que a Paz, a Harmonia e a Concórdia sejam a tríplice argamassa com que se ligam nossas obras. […].”  Por que começo o trabalho pelo final da ritualística meus Irmãos? Por que se pretende fechar …

A COMUNHÃO DAS IDEIAS

A comunhão das ideias não nasce pronta, seus caminhos são tortuosos. É preciso ser sensível ao bem para uma sintonia; os corações duros se instrumentalizam com equipamentos duvidosos, em constante desarmonia com o universo e o seu próprio interior. Na luta do bem contra o mal, vencerá aquele que melhor for …

SOLIDARIEDADE EMERGENCIAL

A construção de um templo maçônico e seus reais objetivos, como também galgar cada degrau da escada de Jacó, levam ou devem levar cada maçon a se despojar do acumulo de maldade, que pode estar impregnada em sua mente, em seu corpo e em seu coração, minimizando ou desamarrando qualquer …

MAÇONARIA NA CHINA

Maçonaria na China O surgimento da Maçonaria na China é efeito do processo de interpenetração dos interesses das potências marítimas europeias que através das suas Companhias das Índias Orientais demandaram o país do Meio e o Japão à procura de mercadorias raras na Europa como a seda, o chá e …

O NOME DA PEDRA DESPREZADA

Trabalho no Grau de Mestre de Marca Estimados Ccomp., o presente trabalho teve como observação o canteiro de obras do Cristianismo alicerçado no novo testamento, sendo certo que há inúmeros outros respeitáveis canteiros de obras conhecidos como Judaísmo, Espiritismo, Budismo, Islamismo, Hinduísmo, Bramanismo, Pitagorismo, além de outras importantes construções, religiosas, …

O PAINEL ALEGÓRICO DA LOJA DE APRENDIZ NO RITO DE YORK

Intuito: “aprender mais para servir melhor”. O painel alegórico dos graus “constituem ajudas visuais que ilustram os princípios ministrados em cada grau. O quadro do primeiro grau representa através de uma simbologia muito depurada o ser humano individual e o lugar que ocupa nos quatro mundos”. A representação do mundo …

A MAÇONARIA ADORMECIDA: BREVES INDAGAÇÕES

Muito intrigou-me o trabalho apresentado no tempo de estudo na Loja no dia 2 de outubro de 2013. Tal trabalho foi apresentado pelo I.: Silvio e em parca síntese tratava ele a evolução da humanidade, reconhecendo-nos como se fossemos “astronautas” em uma grande nave espacial chamada planeta terra. O trabalho …

MORAL E DOGMA DO RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO – PARTE 3

MORALS AND DOGMA PARTE III O presente trabalho trata-se da tradução do Capítulo Primeiro (Ou seja, do Grau de Aprendiz) da obra máxima de Albert Pike, “Morals and Dogma of the Anciente and Accepted Scottish Rite of Freemasonry”, traduzido e anotado por Mohamad Ghaleb Birani (M.’.M.’.). Clique aqui para ler …

MORAL E DOGMA DO RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO – PARTE 2

MORALS AND DOGMA PARTE II DE III O presente trabalho trata-se da tradução do Capítulo Primeiro (Ou seja, do Grau de Aprendiz) da obra máxima de Albert Pike, “Morals and Dogma of the Anciente and Accepted Scottish Rite of Freemasonry”, traduzido e anotado por Mohamad Ghaleb Birani (M.’.M.’.). Clique aqui …

MORAL E DOGMA DO RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO – PARTE 1

MORALS AND DOGMA Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry, prepared for the Supreme Council of the Thirty Third Degree for the Southern Jurisdiction of the United States: Charleston, 1871.[1] – Albert Pike O presente trabalho trata-se da tradução do Capítulo Primeiro (Ou seja, do …